Laringoscópio no consultório: como proceder para não ser punido pela vigilância sanitária?

 

por Dr. Marco Kulcsar – 1o secretário SBCCP

 

Essa questão ficou em aberto no meio da endoscopia e fez alguns serviços serem punidos, pois o custo de esterilização tornava inviável a manutenção dos devidos aparelhos em ambiente ambulatorial, assim como ter vários laringoscópios para o uso em série. Como primeira solução, foi viabilizada a importação das capas para os endoscópios, mas os trâmites de importação acarretam a falta destas no mercado, com frequência.

 

Para solucionar esse problema, foi desenvolvido um processo de higienização que se mostrou ser eficiente e viável em todo o ambiente ambulatorial pelo grupo de esterilização do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP-SP) e foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa/MS).

 

Tal metodologia, com o uso de detergente neutro e álcool a 70o, tornou o processo fácil e exequível nos nossos consultórios e evitará futuros problemas na obtenção da licença de funcionamento.

 

Conheça aqui, a Nota Técnica GGTES nº 01/2017 – Processamento de Nasolaringoscópios em Consultórios.

 

Para o procedimento de operação padrão, acesse aqui.